Processada por orar ao ar livre na pandemia, idosa recebe vitória


Durante a pandemia do novo coronavírus, em várias regiões do planeta, cristãos foram impedidos de se reunir com as suas igrejas para poder cultuar a Deus devido aos requisitos sanitários contra o novo coronavírus. Alguns, como a idosa Rosa Lalor, chegaram a ser processados judicialmente pelo simples exercício da fé.

Morando na Inglaterra, Rosa Lalor, de 76 anos, tinha o hábito de caminhar ao ar livre para fazer as suas orações, o que foi mantido durante a pandemia. Em fevereiro do ano passado, em uma dessas saídas ela acabou sendo abordada por policiais e acusada de violar as regras sanitárias do lockdown.

Como resultado, a idosa acabou sendo levada em um carro da polícia, foi processada judicialmente e recebeu uma multa de 200 euros. No entanto, com a ajuda do grupo jurídico cristão ADF UK, Lalor recorreu, visando garantir o seu direito à liberdade de expressão e culto.

A defesa da idosa argumentou que Lalor em nenhum momento violou o lockdown, pois quando foi abordada estava caminhando sozinha, ao ar livre, exercendo o seu direito de culto pessoal a Deus, já que estava privada de se reunir com a sua igreja, no templo.

“Nunca pensei que em um país democrático como o Reino Unido eu seria presa por uma simples e solitária caminhada de oração. Quando eu estava andando ao ar livre, eu estava orando na privacidade da minha própria mente”, disse a idosa na época.

Vitória judicial

Felizmente, a defesa da idosa obteve vitória judicial e o processo contra Lalor foi removido, incluindo as acusações e a multa. Ela, agora, está certa de que todo o esforço em prol da sua liberdade de culto valeu a pena.

“Estou muito feliz que a promotoria finalmente retirou essa acusação depois de uma longa e exaustiva batalha por justiça”, disse ela ao celebrar a decisão, segundo informações da ADF UK.

“Levei este desafio adiante com o apoio da ADF UK para mostrar que todos nós temos o direito fundamental de orar, principalmente orar como eu fiz, na privacidade de minha própria mente. Foi errado o policial me dizer que eu não podia orar em uma via pública. É importante que os oficiais respeitem a liberdade religiosa”.





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