Com central telefônica, cristãos burlam perseguição e tocam vidas


Viver em um país onde a perseguição religiosa é tão acirrada quanto na República Islâmica do Irã, é um verdadeiro desafio para os cristãs que não abrem mão de cumprir o “Ide” de Jesus Cristo. Felizmente, apesar dos riscos, muitos têm cumprido essa importante missão.

Esse é o caso de dois cristãos, marido e mulher, que após atuarem com a implantação de igrejas no Irã, tiveram que fugir do país devido à perseguição. Contudo, eles não desistiram da missão, e em vez disso resolveram atuar em um método alternativo de evangelismo.

O casal não revelou os seus nomes por razões de segurança, segundo a Mission Network News. Eles explicaram que o regime islâmico iraniano utiliza a perseguição não apenas física, com o risco de prisão e até pena de morte, como também a psicológica.

“A perseguição é colocar o medo no coração e na mente de alguém, para tentar paralisá-lo com medo. O medo é muito perigoso”, disse o casal.  “Eles queriam fechar a igreja e perseguir os cristãos. Lembro que eles vinham e aterrorizavam as pessoas.”

Central telefônica

No Irã, a conversão dos muçulmanos nativos não é permitida e qualquer declaração que possa ser interpretada como “blasfêmia” contra o islamismo é passível de punição, incluindo a pena de morte.

Mas, existe uma necessidade real por parte dos iranianos no tocante ao conhecimento da verdade sobre Jesus Cristo. Foi pensando nisso que o casal cristão resolveu integrar o Call Center 24h da Heart4Iran, uma central telefônica que busca driblar a perseguição religiosa para alcançar os perdidos.

O grupo é mantido por diferentes ministérios cristãos e utiliza não apenas o telefone, mas também as redes sociais e sites na internet como ferramenta evangelística. Só este ano, 515 pessoas já entregaram as suas vidas a Cristo por meio desse trabalho.

“O medo faz as pessoas buscarem a paz e se apegarem a Jesus mais desesperadamente, porque Jesus é o único que pode derrotar a morte e o medo”, diz o casal. Os cristãos estão felizes com o resultado do método utilizado.

Segundo eles, os iranianos “fazem muitas perguntas e mantêm todos nós ocupados. Alguns de nós tiveram que trabalhar tarde da noite, apenas conversando e respondendo suas perguntas, trazendo versículos da Bíblia e ensinando a eles o básico.”





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