Loja de brinquedos Ri Happy defende ‘brincadeira sem gênero’ em vídeo


A loja de brinquedos Ri Happy, tida como a maior varejista do segmento do Brasil, com quase 200 unidades espalhadas em território nacional, parece ter resolvido ingressar na seara das empresas que fazem apologia à ideologia de gênero, após a publicação de um vídeo polêmico que causou reações imediatas.

Se trata de uma websérie intitulada “Deixa Brincar”, apresentada pela personagem ‘Menina Mofo’, feita por Ricardo Cubba.

No episódio que foi publicado no Instagram da Rihappy e estava disponível até à noite da última quinta-feira (7), o influenciador digital Luke Vidal defendeu a ideia de brincadeira sem gênero.

“Os pais precisam entender que a gente não tem que escolher o que o nosso filho quer brincar ou não. A criança tem que ser livre para poder escolher sua brincadeira. Eu acho que a brincadeira não tem que ter gênero”, disse Vidal.

Ri Happy apaga vídeo

O vídeo da loja de brinquedos Ri Happy que faz apologia à agenda LGBT acabou sendo apagado do Instagram da empresa, após a forte repercussão negativa, com inúmeros comentários de internautas criticando a iniciativa.

A psicóloga e escritora Marisa Lobo, por exemplo, referência no Brasil no combate à ideologia de gênero, fez uma série de críticas em alerta aos pais, contrariando a perspectiva apresentada pelo vídeo da loja de brinquedos.

“Toda criança deve ser orientada pelos pais EM TUDO, inclusive nas brincadeiras/brinquedos, porque é exatamente isso o que serve de referência simbólica e comportamental para elas”, afirmou a psicóloga em seu Twitter, rebatendo a ideia apresentada pelo vídeo da Rihappy.

Marisa Lobo explicou que “orientar não é interferir na formação do imaginário infantil. Não é o mesmo que impor certos gostos e preferências que, naturalmente, vão se definindo por conta própria durante o desenvolvimento.”

“Orientar é mostrar que o mundo é, sim, constituído por definições, inclusive biológicas, pelas quais nós, humanos, nos baseamos culturalmente para distinguir o que são brincadeiras típicas de MENINOS e MENINAS”, diz a especialista.

A psicóloga cristã, que este ano é pré-candidata à deputada federal pelo Paraná, argumentou que o desenvolvimento das crianças, incluindo as brincadeiras, é reflexo de “modelos”, sendo a orientação dos pais fundamental para essa formação.

“Os pais orientam, sim, e os filhos seguem a vida com base nessas orientações, que são MODELOS necessários para a compreensão do mundo e a si mesmo. O que o ativismo de gênero quer, é justamente que os pais sejam ausentes como referenciais na vida dos filhos, porque é aí onde eles entram com as suas narrativas”, continuou Marisa.

Assista:

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