Estudo sugere maior suicídio entre os que fizeram “mudança de sexo”


Um novo estudo publicado pela Heritage Foundation traz informações relevantes sobre a “mudança de sexo“, expressão popularmente utilizada para se referir a uma série de procedimentos que visa constituir a redesignação sexual, ou de gênero, em uma pessoa.

O levantamento publicado em junho desse ano sugere que há um maior índice de suicídios entre os jovens de 12 e 23 anos que residem em regiões dos Estados Unidos, onde as políticas públicas favorecem a mudança transgênero.

“A partir de 2010, quando os bloqueadores da puberdade e os hormônios do sexo cruzado se tornaram amplamente disponíveis, as taxas elevadas de suicídio em estados onde os menores podem acessar mais facilmente essas intervenções médicas tornaram-se observáveis”, disse Jay Greene, pesquisador da Heritage em educação.

“Esse aumento nas taxas de suicídio em estados onde é mais fácil para menores acessar bloqueadores da puberdade e hormônios do sexo cruzado aumentou quase ao mesmo tempo e no mesmo grau, à medida que essas intervenções se tornaram disponíveis”, explicou o autor da pesquisa.

O estudo também apontou uma correlação entre o suicídio e a falta de consentimento dos pais para a mudança de sexo dos filhos. Para Greene, contudo, o fato dos jovens terem acesso ao procedimento de redesignação, mesmo sem autorização familiar, deveria fazer essas mortes caírem.

Em outras palavras, apesar da falta de consentimento, a mudança de gênero deveria, em tese, tornar esses jovens mais satisfeitos e felizes no que diz respeito à forma como se sentem sobre si mesmos. Entretanto, os dados apontam o contrário, segundo o Christian Post.

Essa tese reside no fato de que, um dos principais argumentos dos que defendem a mudança de sexo, é de que o procedimento ajudaria a evitar o suicídio entre pessoas que não se sentem felizes consigo mesmas, justamente por não terem acesso aos procedimentos de autoafirmação de gênero.

Outro elemento diz respeito à pressão social envolvida sobre o público LGBT+. Esse argumento, contudo, é contestado pelos críticos da mudança de sexo, visto que a cultura atual é cada vez mais permissiva e inclusiva em relação à sexualidade, havendo já, em centenas de países, políticas públicas de proteção e direitos para essa população. Confira:

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