“Decisão de Deus”, diz Trump sobre revés ao direito ao aborto nos EUA


Após quase meio século, a Suprema Corte dos Estados Unidos (EUA) restaurou a constitucionalidade sobre a interrupção da gravidez no país, revogando uma lei federal que regulamentava a prática do aborto. Para o ex-presidente Donald Trump, esta foi uma “decisão de Deus”.

Trump comentou sobre a derrubada da lei conhecida como “Roe vs Wade”, instalada na década de 1970 em seu país. O ex-presidente lembrou que ele fez indicações de três ministros para a Suprema Corte americana, sendo eles conservadores, durante a sua gestão.

“A decisão de hoje, que é a maior vitória desta geração a favor da vida, só foi possível porque fiz tudo como tinha prometido, incluindo nomear três constitucionalistas altamente respeitados no Supremo Tribunal dos EUA”, disse Trump em comunicado.

Em sua decisão histórica, a Suprema Corte dos EUA ressaltou que “a Constituição não confere direito ao aborto; Roe e Casey são anulados; e a autoridade para regular o aborto é devolvida ao povo e seus representantes eleitos.”

Em outras palavras, cada estado americano poderá, agora, regulamentar por conta própria se autoriza ou não o aborto. Antes, por causa da lei federal, todas as federações eram obrigadas a autorizar a prática em algum nível. Na prática, se trata de uma vitória dos governos conservadores.

Por causa dessa decisão, contudo, grupos pró-escolha do aborto iniciaram uma onda de revolta, incluindo ataques a igrejas e aos símbolos cristãos. Antes mesmo da decisão ter sido anunciada, ministros da Suprema Corte já haviam passado a ser alvo de ameaças.

Para Trump, não há duvida de que a revogação do aborto como direito federal foi um acerto de contas com a história dos Estados Unidos. “Estamos seguindo a Constituição e a dar, de volta, direitos que deviam ter sido dados há muito tempo”, declarou o ex-presidente, segundo informações do Diário de Notícias.





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