“A religião pode ser um fator preservador da vida”, aponta estudo


Há décadas, não é mais novidade o fato de que a religião constitui um importante fator de influência no comportamento e química do corpo humano, contribuindo até para a cura de doenças. Esse conhecimento, contudo, continua sendo aperfeiçoado por cientistas, trazendo novas revelações a cada dia.

Em um novo estudo publicado pela “Ciência Latina Revista Científica Multidisciplinar”, o neurocientista Fabiano de Abreu, por exemplo, conclui que a crença numa religião constitui um importante fator de proteção contra várias patologias, assim como psicopatologias.

“A fé pode transformar, apesar de não ouvirmos as formigas emitirem sons, não é por isso que seja irreal o fato”, diz o autor, apontando doenças de ordem emocional como algumas das mais influenciadas pelas crenças humanas.

“É fato que a religião pode ser um fator preservador da vida podendo auxiliar o indivíduo a tratar uma patologia como a depressão ou ansiedade, podendo evitar até mesmo o suicídio”, acrescenta o neurocientista, destacando, porém, que “essa não é uma regra.”

“Aqueles que seguem uma determinada religião, desenvolvem sentimentos e sensações de fé, esperança e bem-estar, quando praticados atos relacionados a sua religião”, pontua o autor.

O estudo de Abreu corrobora com a noção já apresentada por outras pesquisas científicas. Em uma delas, feita mediante abordagem estatística e qualitativa, também noticiada pelo Gospel Mais, foi apontado que pessoas que vão à igreja são mais felizes e possuem menos depressão.

Em outro levantamento de metodologia semelhante, os pesquisadores disseram que pessoas inseguras quanto à fé, por outro lado, possuem mais problemas de saúde mental. O estudo de Abreu, contudo, parece uma exceção ao ao indicar que ateus satisfeitos com a crença na falta de crença também vivem de forma plena.

“Os indivíduos considerados ateus, aqueles que não seguem e não acreditam em nenhuma religião, apenas de não terem este apego, não sentem falta de tal, sentem sensações de esperança e bem-estar relacionadas a demais atitudes concretas”, conclui o estudo de Abreu.





Gospel Mais

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