Mocellin rebate ativista LGBT que quer a criminalização da pregação cristã


O pastor Rodrigo Mocellin gravou um novo vídeo, dessa vez para rebater um influenciador LGBT que defendeu a criminalização da pregação cristã contra o pecado da prática homossexual. Segundo o líder religioso, querem “prender” os líderes cristãos e evangelistas em geral.

Mocellin se referiu a uma entrevista do influenciador Claudio Rizzih no podcast Dia Cast. Na ocasião, o ativista admitiu que atua para tirar jovens cristãos da igreja, por considerar o ambiente eclesiástico prejudicial para o público LGBT.

Apresentando argumentos genéricos e sem fundamentação bíblica, Rizzih defendeu que a pregação cristã contra a prática homossexual deveria ser criminalizada por ser “homofobia”.

Mocellin, por sua vez, explicou que a reação de Rizzih é fruto de um entendimento que ignora os ensinamentos da Bíblia Sagrada, a liberdade religiosa e de expressão. O pastor argumentou que o ativismo LGBT tenta criar uma visão distorcida sobre Jesus Cristo, a fim de fazer prevalecer a sua visão de mundo.

Mocellin disse que, em função da tentativa de “prender” os líderes cristãos que pregam contra a prática homossexual, ele mesmo já respondeu a dois processos judiciais, vencendo ambos, e que já estaria lidando om um terceiro.

A psicóloga cristã Marisa Lobo, que também já foi alvo do ativismo LGBT nos tribunais, devido à sua atuação contra a ideologia de gênero, também reagiu esta semana contra a tentativa de cerceamento da doutrina cristã.

Marisa explicou, por exemplo, que “diferentemente do que alguns imaginam, a liberdade religiosa, que sempre foi um escudo contra a censura da pregação cristã, é o grande alvo a ser combatido e eliminado por parte do progressismo ideológico.”

A psicóloga, autora do livro “Famílias em Perigo”, argumentou que a tática do ativismo LGBT atual é utilizar narrativas como a do “discurso de ódio” para acusar os cristãos de praticar crimes.

A visão da autora coaduna com a explicação do pastor Mocellin sobre a fala de Rizzih, que vai justamente na direção do que Marisa aponta como uma tentativa de criminalização da pregação cristã sob o argumento de “homofobia”. Assista:

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