Se for eleito, Lula prometeu radicalizar em favor da pauta LGBT, diz Boff


Viralizou nas redes sociais, um vídeo onde o teólogo esquerdista católico Leonardo Boff aparece revelando detalhes de uma conversa que ele teve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na ocasião, o religioso afirmou que o petista fará um governo “radical” se for eleito este ano, na disputa presidencial.

“Ele me disse que, se chegar de novo à Presidência da República, é a última chance de sua vida para fazer uma revolução, e vai fazê-la”, afirmou Boff, explicando em seguida que Lula, agora, adota um discurso supostamente mais moderador, apenas como estratégia.

“[Lula] fará um discurso político para manter a unidade nacional, mas a prática vai ser radical a favor dos pobres, oprimidos, indígenas, mulheres e LGBTs”, afirmou o teólogo da Teologia da Libertação, durante entrevista ao jornalista Breno Altman.

Por sinal, a escolha do ex-governador paulista Geraldo Alckmin para compor a chapa petista, como pré-candidato à vice-presidência, parece fazer parte dessa estratégia de transmitir uma imagem de moderação aos olhos do público mais desavisado.

Também esta semana, a ex-presidente Dilma Rousseff fez algumas declarações que parecem reforçar a revelação feita por Boff. Questionada se o Partido dos Trabalhadores (PT) gostaria de implantar o socialismo no Brasil, a petista admitiu que este sempre foi o sonho da sigla.

“Sempre sonhamos com isso”, disse ela, segundo a revista Oeste. “Talvez essa seja a nossa utopia. Uma outra sociedade. Sem a menor dúvida, não queremos as sociedades socialistas históricas, que surgiram depois de 1917.”

Dilma chegou a citar o modelo do regime comunista da China, apontado como um dos mais autoritários do mundo e violador dos direitos humanos, onde cristãos são perseguidos diariamente.

“Acompanho muito a experiência chinesa. Eles têm feito algumas inovações, principalmente na promoção do socialismo de mercado”, declarou a petista durante uma entrevista ao jornalista Breno Altman, do portal Opera Mundi. Assista:

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