Estudante é punida e acusada de “assédio” por ter opiniões cristãs


Ser um estudante verdadeiramente cristão, atualmente, pode significar a necessidade de enfrentar perseguições por diversos motivos. No caso de uma aluna do curso de pós-graduação em Arteterapia da Southern Illinois University Edwardsville (EUA), isso ocorreu por questões de natureza política, além da religiosa.

A jovem Maggie DeJong foi acusada de “discriminação”, “opressão” e até “assédio”, simplesmente por debater com os colegas da universidade, através de um grupo na internet, assuntos sobre política, religião, coronavírus e censura.

Como ela se posicionou de forma contrária aos colegas, acabou sendo acusada de “discriminação”. Com isso, funcionários da universidade ordens para que a estudante não tivesse “qualquer contato” ou mesmo “comunicação indireta” com outros três alunos do curso.

O escritório de advocacia Alliance Defending Freedom entrou no caso, em defesa da estudante. Gregg Walters, conselheiro da entidade, lamentou o episódio e apontou que não houve abertura para a pluralidade de ideias, o que deveria ser absolutamente comum e necessário em um ambiente acadêmico.

“Em vez de aceitar e abraçar diversas perspectivas ideológicas, os funcionários da SIUE estão determinados a forçar seus alunos de pós-graduação a pensar e falar exatamente da mesma forma – ou ficar em silêncio – e punirão qualquer um que saia da linha”, disse ele, segundo a ADF.

“Maggie sempre compartilhou respeitosamente suas opiniões religiosas ou políticas, o que todo estudante tem o direito de fazer sob a Primeira Emenda”, destacou Walters, reforçando o direito à liberdade religiosa da estudante, que foi violado injustamente.

“É um dia triste para o diálogo civil e a liberdade de expressão quando as universidades podem emitir ordens de silêncio como as emitidas contra Maggie por nada mais do que expressar suas crenças – crenças mantidas por milhões de americanos”, completou.

Com a repercussão negativa do caso, a universidade retirou as acusações contra Maggie DeJong e encerrou uma apuração que havia aberto contra ele. A Alliance Defending Freedom, contudo, ingressou com um processo no Tribunal Distrital dos EUA para o Distrito Sul de Illinois, devido aos danos morais causados contra a estudante.





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