Após suicídios em navio, capelão pede que marinheiros falem de Jesus


A vida de marinheiro pode ser muito difícil em determinadas circunstâncias, tendo em vista o isolamento prolongado nas embarcações. Essa tem sido uma das preocupações dos tripulantes de um porta-aviões ancorado em Newport News, Estados Unidos, após a ocorrência de vários suicídios no navio.

Capelão da Marinha dos Estados Unidos, Louis Lee entrou em cena para advertir sobre a necessidade dos militares cristãos compartilharem o evangelho de Jesus Cristo. Após seis suicídios consecutivos, incluindo o de  Xavier Sandor, de apenas 19 anos, o necessidade urgente de intervenção veio à tona.

“Eu diria que a esperança que podemos dar é a mensagem do Evangelho. É Cristo”, disse ele à CBN News, ressaltando que essa função deve ser exercida em especial pelos próprios marinheiros cristãos, que conhecem o dia-a-dia dentro dos navios.

“Temos capelães, mas, mais ainda, há bons marinheiros cristãos que podem compartilhar o Evangelho ou talvez um membro da família, que ora por eles ou, quando falam com eles, incentivam que confiem no Senhor e leiam a Bíblia”, explicou o capelão.

John Meier, comandante das Forças Aéreas Navais do Atlântico, explicou que o fato dos marinheiros permanecerem confinados por muito tempo nos navios, como em um porta-aviões, é sem dúvida motivo de grande preocupação.

O comandante lembrou que nunca é possível saber como cada militar irá reagir numa situação real de confinamento, o que torna os episódios de suicídios uma realidade que eles precisam encarar como possibilidade, até para fins de prevenção.

“Essa é claramente nossa população de maior risco em termos de como se adaptam à vida militar, como embarcam em um comando, como processam em um navio que está em um estaleiro. Sem dúvida, é mais desafiador entrar nesse tipo de ambiente do que em outros”, disse Meier, segundo a CBN News.





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