documentário alega ter provas de fraude nas eleições dos EUA


Muito embora a última eleição presidencial nos Estados Unidos tenha ocorrido no final de 2020, a repercussão das polêmicas alegações de fraude envolvendo a campanha do atual presidente do país, Joe Biden (Democratas), continua chamando atenção dos americanos, especialmente agora, com o lançamento do documentário 2000 Mules (“2000 Mulas”, em português).

O documentário foi lançado no último sábado (7), e ele alega ter provas das supostas fraudes ocorridas durante a eleição que deu vitória a Biden, então candidato do partido Democratas, sigla ligada à esquerda americana.

Segundo a produção feita pelo diretor Dinesh D’Souza, o filme possui “4 milhões de horas” de filmagens registradas por câmeras de segurança em diferentes estados dos EUA, onde aparecem pessoas adicionando supostas cédulas de votação em troca de dinheiro.

Cédulas essas, no caso, que seriam votos em favor de Joe Biden. Vale recordar que os Estados Unidos autorizou como meio de votação o envio de cédulas pelos Correios, o que segundo os aliados do então candidato e presidente Donald Trump (Republicanos), gerou atrasos e confusão na hora da apuração.

Segundo informações do Poder360, o documentário também teve por base o trabalho da organização True The Vote, um grupo que “investiga a integridade eleitoral norte-americana e afirma ter chegado às conclusões de fraude por meio do cruzamento de dados de geolocalização de celulares e imagens de vigilância.”

Acusação de fraude

O agora ex-presidente Donald Trump foi o primeiro a levantar suspeitas de fraude sobre o resultado das eleições em seu país. Como resultado, o republicano acabou sendo banido das principais redes sociais do mundo, como Twitter, Facebook e Instagram.

Apurações realizadas ainda no ano de 2021, já teriam confirmado que não há indícios de fraude nas eleições americanas de 2020. Contudo, com a publicação do documentário 2000 Mules e os seus perturbadores registros de imagem, resta saber se haverá ou não novos desdobramentos sobre essas alegações.

Para o pastor e deputado federal Marco Feliciano, “a teoria a respeito da lisura das eleição de Joe Biden, em 2020, é posta em dúvida e vai de encontro com afirmativas da direita americana que questiona o resultado da disputa eleitoral pela Casa Branca”, disse ele no Pleno News. Assista um trecho do filme, abaixo:

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