Biden insinua que defende o aborto porque é “filho de Deus”


Enquanto a Suprema Corte dos Estados Unidos não divulga, oficialmente, a sua decisão quanto à manutenção ou não da legalização do aborto no país, o presidente Joe Biden segue dando declarações polêmicas, chegando a dizer que defender a morte de bebês no útero materno seria um direito de quem é “filho de Deus”.

Ao comentar sobre o vazamento dos votos dos ministros do Supremo, indicando que a maioria derrubará a legalização do aborto nos EUA, Biden afirmou: “Acredito que tenho os direitos que tenho não porque o governo me deu, mas porque eu sou apenas um filho de Deus; eu existo”.

Na sequência, o atual presidente americano criticou a reação em prol da vida no país, chamando de extremistas os que são contrários ao aborto. Ele citou um tradicional slogan de campanha utilizado pela direita americana, que significa “Torne a América Grande Novamente”, também conhecido pela sigla “MAGA”.

“Quais são as próximas coisas que serão atacadas, porque essa multidão do MAGA [Make America Great Again] é realmente a organização política mais extrema que existiu na história americana recente”, afirmou Biden.

“É assassinato”

A fala de Joe Biden sobre o aborto não poderia deixar de chamar atenção de alguns dos principais nomes evangélicos do país. É o caso do pastor e evangelista Franklin Grahan, que usou as suas redes sociais para condenar a declaração.

Para Graham, quem encara o aborto como um direito, na verdade, está defendendo o reconhecimento legal do “assassinato” de inocentes.

“Biden disse que o direito ao aborto vem de ser um ‘filho de Deus’. Sr. Presidente, isso não é verdade. Ser filho de Deus não lhe dá o direito de tirar a vida de um inocente. O aborto é um pecado – simplesmente, é assassinato”, disparou o líder religioso, segundo a CBN News.

Atualmente, a Suprema Corte dos Estados Unidos está para divulgar uma decisão majoritária que poderá derrubar a lei “Roe vs Wade”, existente no país desde 1970, reconhecendo o aborto como uma prática legal. Se isto se confirmar, será uma mudança história digna de comemoração por cristãos em todo o mundo.

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