Rússia ameaça o mundo com ‘perigo grave’


Mesmo após quase dois meses de guerra na Ucrânia, o fim do conflito com a Rússia parece estar longe de terminar. Isto, porque, enquanto tentativas de negociações pela paz fracassam, os ucranianos continuam resistindo com a ajuda do Ocidente, enquanto os russos agora fazem novas ameaças.

A mais recente ameaça que fez o mundo ligar o sinal de alerta, é sobre a possibilidade de um conflito nuclear. Segundo a Rússia, seria o desencadeamento da Terceira Guerra Mundial, um risco real, segundo o ministro das Relações Exteriores de Moscou, Sergei Lavrov.

“É real, você não pode subestimar”, disse Lavrov ao se referir ao risco do conflito nuclear. Grande parte da ameaça russa é um reflexo da ajuda que o Ocidente vem dando aos ucranianos, no sentido militar, fornecendo armas e recursos financeiros.

Em uma nova declaração feita já nesta quarta-feira (27), o presidente russo Vladimir Putin elevou o tom de ameaça, sendo ainda mais taxativo ao dizer que a Rússia reagirá de forma “fulminante” contra os países que prejudicarem os seus planos.

“Se alguém tem a intenção de intervir do exterior nos atuais acontecimentos (da Ucrânia), criando inaceitáveis ameaças de caráter estratégico para nós, deve saber que nossa resposta (…) será fulminante”, declarou Putin, em uma sessão no Parlamento russo.

O líder russo, que semanas atrás se gabou de ter feito com sucesso o teste de um míssil intercontinental considerado o mais mortal do planeta, conhecido como “Satan 2”, sendo capaz de carregar até 15 ogivas nucleares, voltou a se referir indiretamente a essa arma, que, segundo analistas ocidentais, é praticamente indetectável por radares.

“Dispomos das ferramentas para isso, das quais ninguém mais pode ostentar. Nós não faremos alardes, (mas) as usaremos, em caso de necessidade. E quero que todos saibam”, ameaçou o presidente da Rússia, segundo o G1.

Enquanto as ameaças de ambos os lados da guerra na Ucrânia se proliferam, o mundo assiste apreensivo os rumores do conflito que pode avançar para uma escala global.  Para várias lideranças religiosas, estes são sinais que apontam para a segunda vinda do Senhor Jesus, embora ainda não seja o fim.

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