Deputado comunista diz que “evangélicas abortam” e sofre invertida


O debate sobre o aborto está longe de ser um tema pacificado na sociedade, especialmente no mundo político. Foi nesse contexto que a Assembleia Legislativa de Pernambuco acabou sendo o palco de uma discussão protagonizada por dois parlamentares estuais sobre o tema, um de viés comunista e o outro um pastor.

Tudo começou quando o ex-prefeito de Recife e atual deputado estadual João Paulo, do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) de Pernambuco, subiu à tribuna do Legislativo para tentar defender a fala do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o aborto.

Na ocasião, o deputado comunista disse que além de mulheres casadas e cristãs em geral, “evangélicas abortam” também, despertando a reação do deputado e pastor Cleiton Clolins, que pediu a vez para falar na tribuna da casa, a fim de dar uma invertida no colega parlamentar.

“A verdadeira evangélica não aborta, porque conhece a Palavra de Deus e sabe que a vida precisa ser respeita e preservada. Se não fosse a vida, vossa excelência não estaria aí vivo”, disparou o pastor, que também atua como coordenador-geral da Frente Parlamentar em Defesa da Família e da Vida.

O vídeo do embate foi publicado nas redes sociais e acabou viralizando, acirrando ainda mais a discussão sobre o aborto nas mídias digitais.

O aborto para Lula

A tentativa do deputado comunista de defender a fala do ex-presidente Lula sobre o aborto não foi por acaso, visto que após a repercussão negativa da declaração, em termos eleitorais, o líder petista vem tentando se afastar da pecha abortista.

Tudo começou quando Lula afirmou semanas atrás que “Mulheres pobres morrem tentando fazer aborto, porque o aborto é proibido, é ilegal. […]. Quando que a madame pode ir fazer um aborto em Paris, escolher ir pra Berlim.”

Com base nisso, o petista defendeu que a escolha de matar um bebê no útero materno deve ser tratada como um direito. “Na verdade, deveria ser transformado [o aborto] em uma questão de saúde pública e todo mundo ter direito, e não vergonha”, declarou Lula. Assista:





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