Martin Luther King viu a glória de Deus antes de ser assassinado


Marcando os 54 anos do assassinato do pastor Martin Luther King, personalidades do mundo cristão e também do ativismo político relembraram palavras do líder religioso que ficou mundialmente famoso por lutar contra o racismo e pela justiça social, tendo como perspectiva o evangelho de Jesus Cristo.

Um dos momentos marcantes relacionado a King foram suas palavras poucas horas antes de ser assassinado em 4 de abril de 1968, na sacada do Lorraine Hotel, em Memphis, Tennessee.

As palavras foram ditas durante uma ministração no Mason Temple Church, em Memphis, intitulada “I’ve Been to the Mountaintop” (Eu estive no topo da montanha, em tradução livre do inglês).

“Como qualquer pessoa, eu gostaria de viver – uma vida longa; longevidade tem seu lugar. Mas não estou preocupado com isso agora. Eu só quero fazer a vontade de Deus. E Ele me permitiu ir até a montanha”, disse o pastor, que em 1964 se tornou o ganhador do Prêmio Nobel da paz por sua luta pelos direitos humanos.

Como quem estivesse fazendo um sermão de despedida, o pastor Martin Luther King testemunhou a sua certeza na vida eterna. “E eu olhei. E eu vi a Terra Prometida. Eu posso não chegar lá com você. Mas eu quero que você saiba esta noite, que nós, como povo, chegaremos à Terra Prometida”, declarou.

Sem poder prever o que lhe aconteceria, quando no dia seguinte seria morto com um tiro enquanto conversava com amigos, o pastor King demonstrou inteira confiança na providência de Deus sobre a sua vida, dizendo que já havia visto a glória do Senhor e, por isso, não tinha motivos para temer os homens.

“Então estou feliz, esta noite. Não estou preocupado com nada. Não estou temendo nenhum homem. Meus olhos viram a glória do Senhor”, disse ele. Desde então, o líder religioso se tornou uma referência na luta racial e de proclamação do evangelho.

O pastor King foi morto aos 39 anos por James Earl Ray. O assassino atirou no rosto do líder batista de uma pensão do outro lado da rua onde ele estava. Abaixo, o post divulgado pela Polícia Federal americana (FBI), e na sequência uma foto do funeral do religioso. Com informações: PennLive.

James Earl Ray is shown on an FBI poster, April 20, 1968. Ray is being sought in connection with the sniper slaying of civil rights leader Dr. Martin Luther King, Jr. (AP Photo)

Coretta Scott King, and her four children view the body of her husband, slain civil rights activist leader Dr. Martin Luther King Jr., in Atlanta, Ga., on April 7, 1968. The children are, from left, Yolanda, 12, Bernice, 5, Martin III, 11, and Dexter 7. The civil rights leader was standing on the balcony of the Lorraine Motel when he was killed by a rifle bullet on April 4, 1968. James Earl Ray pleaded guilty to the killing and was sentenced to 99 years in prison. He died in prison in 1998. (AP Photo)





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