Budistas radicais invadem templo, agridem fiel e ameaçam pastor


A intensidade da perseguição aos cristãos ao redor do mundo vem aumentando, e os casos se avolumam: uma turba de 600 pessoas, lideradas por monges budistas radicais, invadiu uma igreja e ameaçou o pastor de morte caso o culto não fosse interrompido.

A Capela Mercy Gate, no Sri Lanka, foi palco de uma ação extremista e intimidatória por parte de budistas radicais, que foram ao templo em uma turba de 600 pessoas para exigir que as atividades religiosas dos cristãos fossem interrompidas imediatamente.

A Polícia interveio quando um dos cristãos foi agredido. Ele precisou ser hospitalizado para tratar dos ferimentos. O delegado da região, acompanhado de 20 policiais, tentou dispersar a multidão de budistas radicais, enfatizando que eles não tinham fundamentação legal para interromper o culto.

Entretanto, de acordo com informações da entidade International Christian Concern (ICC), o delegado tentou por diversas vezes convencer os invasores a se retirarem, mas os monges disseram que só deixariam o local após inspecionar o templo.

O pastor, que havia se recusado a permitir a inspeção, recebeu da Polícia a garantia de que ele não seria agredido pelos radicais e o templo também não seria vandalizado, decidiu permitir.

Ao terminarem a inspeção, os monges questionaram o sacerdote sobre as atividades religiosas que aconteciam na igreja. Depois que os monges tiveram suas respostas, eles voltaram para a multidão do lado de fora e declararam que a igreja era ilegítima. A multidão se dispersou logo depois.

Horas depois, na mesma noite, o pastor foi à delegacia para registrar uma queixa contra a multidão e os monges budistas que os lideravam. Ele foi chamado à delegacia dias depois para depor em um inquérito e a polícia está investigando o caso.





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