Para reconstruir Israel, cristãos querem plantar até 20 mil árvores por ano


Israel vem lutando contra os seus inimigos desde a sua existência enquanto povo e país. Em nossa geração, o seu Estado foi reconhecido em 14 de maio de 1948, quando declarou a sua independência, o que resultou em mais uma guerra contra o Egito, Jordânia, Síria, Líbano e o Iraque, da qual saiu vitorioso.

Mesmo durante todos esses anos, o povo judeu ainda luta para manter o seu território e resgatar as suas antigas riquezas. Diante disso, um grupo cristão chamado HaYovel resolveu ajudar na reconstrução do Estado israelense, e para isso decidiu plantar árvores.

A ideia denominada de “Greening Israel Project” é plantar árvores na Judéia e em Samaria até o final deste ano, alcançando 20 mil por ano em 2023. Segundo os organizadores, a iniciativa também se trata do “cumprimento da profecia bíblica” sobre o ressurgimento do Estado de Israel.

Apesar do significado teológico, Luke Hilton, diretor de marketing da HaYovel, explicou que a iniciativa também produzirá um impacto imediato nas comunidades locais, visto que vai arborizar o ambiente e permitir a criação de espaços de descanso.

“O objetivo é estar perto das comunidades, não plantar no meio do nada. Queremos plantar perto de todas as comunidades da Judéia e Samaria, estabelecer uma floresta, criar parques com árvores para beneficiar os moradores locais”, explicou Hilton, segundo o Jerusalem Post.

Joshua Waller, diretor de operações da HaYovel, lembrou que Israel teve grande parte da sua beleza natural destruída por causa dos seus inimigos. Com a iniciativa, ele também acredita que esta será uma oportunidade de mostrar ao mundo a força de reconstrução do estado judaico.

“Literalmente, quem destruiu a Terra de Israel? Foram as nações; não o povo judeu. As nações são as responsáveis ​​por destruir, aniquilar completamente a vegetação das montanhas de Israel”, disse ele.

“Acredito tanto em ver e fazer parte da restauração de Israel de uma maneira física e tangível. E acredito que esta é uma oportunidade incrível para as nações fazerem parte da restauração de Israel de maneira positiva”, concluiu.





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