Médico cristão tem vitória judicial e poderá oferecer método contra abortos


A batalha judicial envolvendo o médico cristão Dermot Kearney teve um novo capítulo, dessa vez favorável a ele. O profissional foi alvo, segundo ele, da “indústria do aborto”, após oferecer um tipo de tratamento que é capaz de reverter a morte de bebês no útero materno, desde que o procedimento que impõe fim à vida não seja cirúrgico.

Dermot vinha atendendo mulheres que tomavam pílulas abortivas a fim de não dar continuidade à gestação, mas que em dado momento se arrependiam do procedimento. Com isso, ele oferecia um tratamento que é capaz de salvar a vida dos bebês, mas teve o seu trabalho suspenso por causa de uma restrição judicial.

A ação judicial foi movida pelo Conselho Médico Geral da Inglaterra, país onde reside o médico cristão. Felizmente, o Christian Legal Center, uma organização advocatícia que existe para atuar em casos desse tipo, passou a defender juridicamente o profissional.

Como resultado, no último domingo (13) o órgão anunciou que conseguiu reverter a decisão judicial anterior, o que significa que o Dr. Dermot Kearney poderá voltar a salvar a vida de bebês vítimas da tentativa de aborto.

“Fui vítima de uma campanha coordenada por figuras importantes da indústria do aborto que estão determinadas a impedir que mulheres em necessidade urgente acessem o tratamento de reversão do aborto”, disse o médico cristão, segundo o Christian Post.

O Dr. Dermot agora quer ir além, pois pretende que o seu trabalho, assim como de outros profissionais que igualmente lutam pela vida, seja divulgado amplamente em seu país. Neste sentido, o que inicialmente parecia uma vitória da indústria abortiva, agora virou um benefício devido à repercussão do caso dentro e fora do país.

“Minha esperança é que as mulheres em todo o Reino Unido agora sejam informadas pelos reguladores médicos e provedores de aborto que o tratamento de reversão é seguro, que está disponível e que o sucesso é possível se elas se arrependerem de sua decisão de fazer um aborto e optarem por procurar ajuda”, disse Dermot.





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