declínio moral nos EUA pode ser julgamento devido ao aborto


A legalização do aborto na Colômbia, após a decisão da Suprema Corte que oficializou a prática até o sexto mês de gestação, despertou a reação de várias lideranças religiosas, entre elas pastor Jay Bauman, diretor e fundador do Restore Brazil e o coordenador nacional do Atos29 Brasil.

Através da sua rede social, ele lembrou que a prática do aborto nos Estados Unidos, país onde reside atualmente, existe há 50 anos, também reconhecida até o sexto mês de gravidez em vários estados.

“Talvez você não saiba que o aborto é legal até seis meses na Flórida e pelo menos metade dos EUA. Vivemos com essa realidade há quase 50 anos, fruto da revolução sexual”, disse o pastor.

Na sequência, Bauman disse acreditar que o momento atual, pelo qual atravessa os Estados Unidos no campo da moralidade, pode ser consequência de uma ação divina em resposta à banalização da vida humana no ventre materno.

“Sinceramente é difícil não conectar isso com o julgamento de Deus sobre nossa nação. Há muito declínio moral”, disse ele, explicando ainda que a população mais carente é a mais explorada por essa “indústria muito, muito lucrativa” do aborto.

“As clínicas de aborto são muitas vezes localizadas em áreas com altas porcentagens de minorias e pessoas pobres. Desenvolvemos uma cultura em que o aborto é simplesmente aceito como se fosse nada mais do que um procedimento padrão”, explica o pastor.

Jay Bauman frisou também que, em muitos casos, o aborto é praticado pela mulher devido à pressão exercida pelos homens, os quais não buscam se responsabilizar pelo filho gerado através do ato sexual. Segundo o pastor, a legalização da prática, portanto, acabou facilitando esse tipo de atitude.

Por fim, Bauman disse ainda que Deus também é capaz de perdoar quem pratica o aborto, desde que exista o arrependimento e confissão. Mulheres que cometem esse ato, portanto, devem ser acolhidas através do perdão.

“A graça de Deus cobre todos os pecados”, disse ele. “As mulheres que sofreram precisam ser lembradas de que nada pode separá-las do amor de Jesus. Que não sejam condenados. Que a graça de Deus é rica. E que um dia, talvez elas -com lágrimas nos olhos- encontrem seu filho na glória.”





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