aprovação de pastor para o STF é dada como certa


A sabatina do pastor André Mendonça para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) deverá acontecer na próxima semana, e a avaliação nos bastidores de Brasília é que sua aprovação é o desfecho mais provável.

A despeito de todas as mobilizações de opositores do governo ou mesmo de figuras políticas com interesses pessoais, o cenário atual é que o jurista “terrivelmente evangélico” seja aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e também no plenário da Casa.

Essa avaliação teria sido informada ao procurador-geral da República Augusto Aras, que seria um dos principais interessados em chegar ao STF, e no caso André Mendonça ser reprovado, o procurador nutria esperança de conseguir convencer o presidente Jair Bolsonaro a indica-lo.

O jornalista Guilherme Amado, do portal Metrópoles, informou que “Aras vem trabalhando até hoje para, no cenário de naufrágio de André Mendonça, ser o indicado de Jair Bolsonaro em seu lugar”.

Amado acrescentou que “embora não seja evangélico e o presidente tenha dito que, mesmo com o eventual debacle de Mendonça, ele indicaria novamente um evangélico, Aras acredita que conseguiria, desta vez, ser o indicado”.

Parte dessa esperança atribuída ao procurador-geral da República viria de uma suposta promessa feita pelo senador Davi Alcolumbre, envolvendo a derrubada da indicação de Mendonça.

“Bolsonaro já disse publicamente que pensa em Aras para uma futura terceira indicação, ou seja, num eventual segundo mandato, quando teria a chance de indicar um substituto para Ricardo Lewandowski, em maio de 2023, e para Rosa Weber, em outubro de 2023”, finalizou Amado.

Dia do Evangélico

Diante da pressão sofrida nos bastidores de Brasília, Alcolumbre – enfim – indicou que a sabatina de Mendonça deverá ocorrer na próxima semana, e há possibilidade de que ela ocorra na próxima terça-feira, 30 de novembro, data que coincidentemente é comemorada como o “dia do evangélico” no Brasil.

Sobre a hipótese de André Mendonça ser sabatinado e aprovado nesta data, o pastor Marco Feliciano (Republicanos) – atuante nos bastidores para a aprovação no Senado – considerou que “seria emblemático” que o primeiro ministro evangélico do STF fosse aprovado nesta data, de acordo com informações do jornal O Globo.





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